Um blog que trata da Segunda Guerra Mundial e de seus símbolos históricos. Por Eduardo Carreras, Gustavo Monteiro, Ian Carvalho e João V. Fidanza.
domingo, 19 de junho de 2011
Introdução
Neste trabalho pretendemos aprender melhor sobre o que foi realmente a segunda guerra mundial, suas principais causas, repercussão e as conseqûencias desse desastre, na Europa e no mundo todo, e para finalizar as mudanças ocorrida na civilização.
Conclusão
Com esse trabalho, aprendemos que a segunda guerra mundial não foi apenas um acontecimento histórico e que é estudado por todos nós, e sim um marco de uma civilização, que antes da guerra era uma e tornou-se outra completamente diferente, seja pela imensa quantidade de mortes, seja pela derrota de determinados países, mas a segunda guerra foi realmente uma divisão de duas civilizaçãoes, completamente diferentes.
GRUPO:
Gustavo Pinheiro
Ian Carvalho
João Vitor Fidanza
Eduardo Carreras
GRUPO:
Gustavo Pinheiro
Ian Carvalho
João Vitor Fidanza
Eduardo Carreras
Tribunal de Nuremberg
Tribunal de Nuremberg:
O termo jubiley (oficialmente Tribunal Militar Internacional vs. Hermann Göring) aponta inicialmente para a abertura dos primeiros processos contra os 24 principais criminosos de guerra da Segunda Guerra Mundial, dirigentes do nazismo, ante oTribunal Militar Internacional (TMI) (International Military Tribunal, IMT), entre 20 de novembro de 1945 e 1º de outubro de 1946), na cidade alemã de Nuremberg.
Após estes julgamentos, foram realizados os Processos de Guerra de Nuremberg, que também levam em conta os demais processos contra médicos, juristas, pessoas importantes do Governo entre outros, que aconteceram perante o Tribunal Militar Americano e onde foram analisadas 117 acusações contra os criminosos.
Acusados e suas penas:O tribunal de Nuremberg decretou 12 condenações à morte, 3 prisões perpétuas, 2 condenações a 20 anos de prisão, uma a 15 e outra a 10 anos. Hans Fritzsche, Franz von Papen e Hjalmar Schacht foram absolvidos.
As sentenças de morte foram executadas a 16 de outubro de 1946, por enforcamento, usando-se o chamado método da queda padrão, em vez de queda longa. Posteriormente, o exército dos EUA negou as acusações de que a queda fora curta demais, fazendo com que o condenado morresse lentamente, por estrangulamento, em vez de ter o pescoço quebrado (o que causa paralisia imediata, imobilização e provável inconsciência instantânea). Na execução de Ribbentrop, o historiador Giles MacDonogh registra que "o carrasco trabalhou mal na execução, e a corda estrangulou o ex-chanceler por 20 minutos antes que ele morresse."
O termo jubiley (oficialmente Tribunal Militar Internacional vs. Hermann Göring) aponta inicialmente para a abertura dos primeiros processos contra os 24 principais criminosos de guerra da Segunda Guerra Mundial, dirigentes do nazismo, ante oTribunal Militar Internacional (TMI) (International Military Tribunal, IMT), entre 20 de novembro de 1945 e 1º de outubro de 1946), na cidade alemã de Nuremberg.
Após estes julgamentos, foram realizados os Processos de Guerra de Nuremberg, que também levam em conta os demais processos contra médicos, juristas, pessoas importantes do Governo entre outros, que aconteceram perante o Tribunal Militar Americano e onde foram analisadas 117 acusações contra os criminosos.
Acusados e suas penas:O tribunal de Nuremberg decretou 12 condenações à morte, 3 prisões perpétuas, 2 condenações a 20 anos de prisão, uma a 15 e outra a 10 anos. Hans Fritzsche, Franz von Papen e Hjalmar Schacht foram absolvidos.
As sentenças de morte foram executadas a 16 de outubro de 1946, por enforcamento, usando-se o chamado método da queda padrão, em vez de queda longa. Posteriormente, o exército dos EUA negou as acusações de que a queda fora curta demais, fazendo com que o condenado morresse lentamente, por estrangulamento, em vez de ter o pescoço quebrado (o que causa paralisia imediata, imobilização e provável inconsciência instantânea). Na execução de Ribbentrop, o historiador Giles MacDonogh registra que "o carrasco trabalhou mal na execução, e a corda estrangulou o ex-chanceler por 20 minutos antes que ele morresse."
Curiosidades da Segunda Guerra mundial
Curiosidades Segunda Guerra Mundial:
Ao todo 72 países entraram na guerra.
O total de gastos militares foi de 1 trilhão e 385 bilhões de dólares.
Nos campos de concentração poloneses foram mortos 2.350.000, na Alemanha, mais 160.000, na Tchecoslováquia foram 233.000, na Áustria 58.000, na Hungria 180.000 e na Romênia 200.000 (entre 1941-1944)
Na guerra, ao todo, 110 milhões de pessoas foram mobilizadas, 50 milhões morreram e 28 milhões foram mutilados.
A Cruz Suástica é utilizada em diversas cerimônias civis e religiosas da Índia: muitos templos indianos, casamentos, festivais e celebrações são decorados com suásticas. O símbolo foi introduzido no Sudeste Asiático por reis hindus, e remanescentes desse período subsistem de forma integral no Hinduísmo balinês até os dias atuais, além de ser um símbolo bastante comum na Indonésia.O símbolo tem uma história bastante antiga na Europa, aparecendo em artefatos de culturas européias pré-cristãs. No começo do século XX era largamente utilizado em muitas partes do mundo, considerado como amuleto de sorte e sucesso. Entre os nórdicos, a suástica está associada a uma Runa, Gibur, ou Gebo.
Ao todo 72 países entraram na guerra.
O total de gastos militares foi de 1 trilhão e 385 bilhões de dólares.
Nos campos de concentração poloneses foram mortos 2.350.000, na Alemanha, mais 160.000, na Tchecoslováquia foram 233.000, na Áustria 58.000, na Hungria 180.000 e na Romênia 200.000 (entre 1941-1944)
Na guerra, ao todo, 110 milhões de pessoas foram mobilizadas, 50 milhões morreram e 28 milhões foram mutilados.
A Cruz Suástica é utilizada em diversas cerimônias civis e religiosas da Índia: muitos templos indianos, casamentos, festivais e celebrações são decorados com suásticas. O símbolo foi introduzido no Sudeste Asiático por reis hindus, e remanescentes desse período subsistem de forma integral no Hinduísmo balinês até os dias atuais, além de ser um símbolo bastante comum na Indonésia.O símbolo tem uma história bastante antiga na Europa, aparecendo em artefatos de culturas européias pré-cristãs. No começo do século XX era largamente utilizado em muitas partes do mundo, considerado como amuleto de sorte e sucesso. Entre os nórdicos, a suástica está associada a uma Runa, Gibur, ou Gebo.
Resconstrução do Japão passando pela mão do homem
Reconstruçao do japao passando pela açao do homem
A econômia da nação ficou quase totalmente paralisada em virtude da destruição causada pela guerra, com uma séria escassez de alimentos, uma inflação descontrolada e um agressivo mercado negro. A nação perdeu todos os seus territórios de além-mar e a população ultrapassou a marca dos 80 milhões de habitantes, com o acréscimo de cerca de seis milhões de repatriados do exterior. Fábricas foram destruídas Durante alguns anos após a derrota japonesa na Segunda Guerra Mundial, a pelo fogo dos ataques aéreos. A demanda interna caíra com a cessação das encomendas militares e o comércio exterior era restrito pelas forças de ocupação. Mas o povo japonês começou a reconstruir a economia devastada pela guerra, auxiliado no início pela ajuda à reabilitação dos Estados Unidos. Em 1951, o Produto Nacional Bruto foi recuperado ao nível de 1934-36. O crescimento populacional inibiu a recuperação da renda per capita da nação, mas em 1954 esse indicador também recobrou o nível de 1934-36 em termos reais. O pessoal militar desmobilizado e os civis desconvocados juntaram-se ao mercado de trabalho proporcionando uma larga oferta de trabalhadores para a reconstrução econômica no início do período do pós-guerra. Foi feita a partir do Plano Colombo, que era semelhante ao Plano Marshall. Tinha por base a ajuda econômica. Seus investimentos eram feitos pelo EUA, que no inicio da Guerra Fria não queria ver outro país com influências socialista. Nesta época o Japão passou de antigo rival para um novo aliado. Assim o Japão virou a grande potencia que é hoje.
Continuação do depoimento de Matsuchige
Matsushige estava em casa 2,7 km ao sul de o epicentro no momento da explosão. Ele não ficou gravemente ferido, e determinado a ir para o centro da cidade. Um incêndio obrigou-o de volta à ponte Miyuki, onde a cena de pessoas desesperadas e morrendo o impediu de usar sua câmera para 20 minutos, quando tomou dois quadros em cerca de 11:00. Ele tentou novamente mais tarde naquele dia, mas estava muito enjoada de tomar mais de três quadros. Os dois primeiros quadros são de pessoas que escaparam ferimentos graves ao lado de Miyuki ponte, o segundo destes é tomada mais perto para cima e mostra-lhes com óleo de cozinha aplicado às suas queimaduras. A terceira mostra um policial, com a cabeça enfaixada, a emissão de certificados para os civis. O último par são tomadas perto de casa: um dos danos à barbearia de sua família, e outra fora de sua janela.
Matsushige foi incapaz de desenvolver o filme para 20 dias, e mesmo assim teve que fazê-lo durante a noite e ao ar livre, enxaguá-lo em um córrego. Os negativos haviam se deteriorado gravemente na década de 1970, exigindo trabalho de restauração intensiva.
Matsushige foi incapaz de desenvolver o filme para 20 dias, e mesmo assim teve que fazê-lo durante a noite e ao ar livre, enxaguá-lo em um córrego. Os negativos haviam se deteriorado gravemente na década de 1970, exigindo trabalho de restauração intensiva.
Depoimentos de Robert Lewis,sobreviventes e Matsuchige
Depoimento de Robert Lewis
"Meu Deus, o que nós fizemos!"
· "No minuto seguinte ninguém sabia o que esperar... O clarão foi intenso. Quinze segundos depois do clarão, houve dois solavancos bem distintos que foram os únicos impactos físicos que nós sentimos."
· Nove décimos da cidade estavam cobertos de fumaça
· "Eu tenho certeza de que toda a tripulação sentiu que essa experiência era mais do que qualquer ser humano podia imaginar possível. Ela simplesmente parece impossível de entender. Quantas pessoas nós matamos?"
· "Se eu viver cem anos, nunca vou conseguir tirar esses poucos minutos da minha mente..."
Depoimentos dos sobreviventes
A segunda guerra mundial foi marcada por massacres, tendo como exemplo o episódio de Hiroshima, quando foi lançada uma bomba na cidade japonesa. Sobreviventes ao atentado deram declarações a respeito do que tinham presenciado. Takashi Morita, japonês que presenciou com os próprios olhos o lançamento da bomba, é atual presidente e responsável pela entidade Associação das Vitimas da Bomba Atômica, conta a reações após o lançamento:
“Quando a bomba explodiu, eu tinha 21 anos e era um soldado da polícia de Hiroshima. Estava a 1.300 metros do epicentro da explosão. Se meu uniforme fosse feito de um tecido menos resistente, teria morrido queimado. As lembranças que tenho daquele dia são horríveis. Pessoas com os cabelos queimados e as peles penduradas pelos dedos, agonizando de dor, pulavam no rio para tentar aliviar as queimaduras. Só que acabavam morrendo afogadas. Depois de certo tempo, o rio estava coberto por cadáveres.”
Matsuchige
Yoshito Matsushige era um fotojornalista japonês que sobreviveu ao lançamento da bomba atômica sobre a cidade de Hiroshima em 6 de agosto de 1945 e levou cinco fotografias sobre o dia do bombardeio em Hiroshima, a apenas fotografias tiradas nesse dia dMatsushige nasceu em Kure, Hiroshima em 1913. Ele aceitou um emprego em um jornal depois de terminar a escola e em 1943 entrou na seção de fotografia do jornal Chugoku Shimbun.
Consequências da guerra
Conseqüências da guerra
As estimativas para o total de mortos na guerra variam, pois muitas mortes não foram registradas. A maioria sugere que cerca de 60 milhões de pessoas morreram na guerra, incluindo cerca de 20 milhões de soldados e 40 milhões de civis. Muitos civis morreram por causa de doenças, fome, massacres, bombardeios e genocídio deliberado. A União Soviética perdeu cerca de 27 milhões de pessoas durante a guerra, quase metade de todas as mortes da Segunda Guerra Mundial Um em cada quatro cidadãos soviéticos foram mortos ou feridos nessa guerra.
O termo jubiley (oficialmente Tr ibunal Militar Internacional vs. Hermann Göring) aponta inicialmente para a abertura dos primeiros processos contra os 24 principais criminosos de guerra da Segunda Guerra Mundial, dirigentes do nazismo, ante oTribunal Militar Internacional (TMI) (International Military Tribunal, IMT), entre 20 de novembro de 1945 e 1º de outubro de 1946), na cidade alemã de Nuremberg.
Após estes julgamentos, foram realizados os Processos de Guerra de Nuremberg, que também levam em conta os demais processos contra médicos, juristas, pessoas importantes do Governo entre outros, que aconteceram perante o Tribunal Militar Americano e onde foram analisadas 117 acusações contra os criminosos.
O tribunal de Nuremberg decretou 12 condenações à morte, 3 prisões perpétuas, 2 condenações a 20 anos de prisão, uma a 15 e outra a 10 anos. Hans Fritzsche, Franz von Papen e Hjalmar Schacht foram absolvidos.
As sentenças de morte foram executadas a 16 de outubro de 1946, por enforcamento, usando-se o chamado método da queda padrão, em vez de queda longa. Posteriormente, o exército dos EUA negou as acusações de que a queda fora curta demais, fazendo com que o condenado morresse lentamente, por estrangulamento, em vez de ter o pescoço quebrado (o que causa paralisia imediata, imobilização e provável inconsciência instantânea). Na execução de Ribbentrop, o historiador Giles MacDonogh registra que "o carrasco trabalhou mal na execução, e a corda estrangulou o ex-chanceler por 20 minutos antes que ele morresse."
Curiosidades
Ao todo 72 países entraram na guerra.
O total de gastos militares foi de 1 trilhão e 385 bilhões de dólares.
Nos campos de concentração poloneses foram mortos 2.350.000, na Alemanha, mais 160.000, na Tchecoslováquia foram 233.000, na Áustria 58.000, na Hungria 180.000 e na Romênia 200.000 (entre 1941-1944)
Na guerra, ao todo, 110 milhões de pessoas foram mobilizadas, 50 milhões morreram e 28 milhões foram mutilados.
A Cruz Suástica é utilizada em diversas cerimônias civis e religiosas da Índia: muitos templos indianos, casamentos, festivais e celebrações são decorados com suásticas. O símbolo foi introduzido no Sudeste Asiático por reis hindus, e remanescentes desse período subsistem de forma integral no Hinduísmo balinês até os dias atuais, além de ser um símbolo bastante comum na Indonésia.
O símbolo tem uma história bastante antiga na Europa, aparecendo em artefatos de culturas européias pré-cristãs. No começo do século XX era largamente utilizado em muitas partes do mundo, considerado como amuleto de sorte e sucesso. Entre os nórdicos, a suástica está associada a uma Runa, Gibur, ou Gebo.
Matsushige Yoshito - O Único Fotógrafo a Registrar o Cenário
Yoshito Matsushige era um fotojornalista japonês que sobreviveu ao lançamento da bomba atômica sobre a cidade de Hiroshima em 6 de agosto de 1945 e levou cinco fotografias sobre o dia do bombardeio em Hiroshima, a apenas fotografias tiradas nesse dia d
Matsushige nasceu em Kure, Hiroshima em 1913. Ele aceitou um emprego em um jornal depois de terminar a escola e em 1943 entrou na seção de fotografia do jornal Chugoku Shimbun.
Matsushige estava em casa 2,7 km ao sul de o epicentro no momento da explosão. Ele não ficou gravemente ferido, e determinado a ir para o centro da cidade. Um incêndio obrigou-o de volta à ponte Miyuki, onde a cena de pessoas desesperadas e morrendo o impediu de usar sua câmera para 20 minutos, quando tomou dois quadros em cerca de 11:00. Ele tentou novamente mais tarde naquele dia, mas estava muito enjoada de tomar mais de três quadros. Os dois primeiros quadros são de pessoas que escaparam ferimentos graves ao lado de Miyuki ponte, o segundo destes é tomada mais perto para cima e mostra-lhes com óleo de cozinha aplicado às suas queimaduras. A terceira mostra um policial, com a cabeça enfaixada, a emissão de certificados para os civis. O último par são tomadas perto de casa: um dos danos à barbearia de sua família, e outra fora de sua janela.
Matsushige foi incapaz de desenvolver o filme para 20 dias, e mesmo assim teve que fazê-lo durante a noite e ao ar livre, enxaguá-lo em um córrego. Os negativos haviam se deteriorado gravemente na década de 1970, exigindo trabalho de restauração intensiva.
Matsushige nasceu em Kure, Hiroshima em 1913. Ele aceitou um emprego em um jornal depois de terminar a escola e em 1943 entrou na seção de fotografia do jornal Chugoku Shimbun.
Matsushige estava em casa 2,7 km ao sul de o epicentro no momento da explosão. Ele não ficou gravemente ferido, e determinado a ir para o centro da cidade. Um incêndio obrigou-o de volta à ponte Miyuki, onde a cena de pessoas desesperadas e morrendo o impediu de usar sua câmera para 20 minutos, quando tomou dois quadros em cerca de 11:00. Ele tentou novamente mais tarde naquele dia, mas estava muito enjoada de tomar mais de três quadros. Os dois primeiros quadros são de pessoas que escaparam ferimentos graves ao lado de Miyuki ponte, o segundo destes é tomada mais perto para cima e mostra-lhes com óleo de cozinha aplicado às suas queimaduras. A terceira mostra um policial, com a cabeça enfaixada, a emissão de certificados para os civis. O último par são tomadas perto de casa: um dos danos à barbearia de sua família, e outra fora de sua janela.
Matsushige foi incapaz de desenvolver o filme para 20 dias, e mesmo assim teve que fazê-lo durante a noite e ao ar livre, enxaguá-lo em um córrego. Os negativos haviam se deteriorado gravemente na década de 1970, exigindo trabalho de restauração intensiva.
Depoimentos
ROBERT LEWIS, copiloto do Enola Gay
-"No minuto seguinte ninguém sabia o que esperar... O clarão foi intenso. Quinze segundos depois do clarão, houve dois solavancos bem distintos que foram os únicos impactos físicos que nós sentimos."
-"Meu Deus, o que nós fizemos!"
-"No minuto seguinte ninguém sabia o que esperar... O clarão foi intenso. Quinze segundos depois do clarão, houve dois solavancos bem distintos que foram os únicos impactos físicos que nós sentimos."
-"Meu Deus, o que nós fizemos!"
Nove décimos da cidade estavam cobertos de fumaça
-"Eu tenho certeza de que toda a tripulação sentiu que essa experiência era mais do que qualquer ser humano podia imaginar possível. Ela simplesmente parece impossível de entender. Quantas pessoas nós matamos?"
-"Se eu viver cem anos, nunca vou conseguir tirar esses poucos minutos da minha mente..."
TAKASHI MORITA, sobrevivente
“Quando a bomba explodiu, eu tinha 21 anos e era um soldado da polícia de Hiroshima. Estava a 1.300 metros do epicentro da explosão. Se meu uniforme fosse feito de um tecido menos resistente, teria morrido queimado. As lembranças que tenho daquele dia são horríveis. Pessoas com os cabelos queimados e as peles penduradas pelos dedos, agonizando de dor, pulavam no rio para tentar aliviar as queimaduras. Só que acabavam morrendo afogadas. Depois de certo tempo, o rio estava coberto por cadáveres.”
Reconstrução do Japão pela Ação do Homem
A econômia da nação ficou quase totalmente paralisada em virtude da destruição causada pela guerra, com uma séria escassez de alimentos, uma inflação descontrolada e um agressivo mercado negro. A nação perdeu todos os seus territórios de além-mar e a população ultrapassou a marca dos 80 milhões de habitantes, com o acréscimo de cerca de seis milhões de repatriados do exterior. Fábricas foram destruídas Durante alguns anos após a derrota japonesa na Segunda Guerra Mundial, a pelo fogo dos ataques aéreos. A demanda interna caíra com a cessação das encomendas militares e o comércio exterior era restrito pelas forças de ocupação. Mas o povo japonês começou a reconstruir a economia devastada pela guerra, auxiliado no início pela ajuda à reabilitação dos Estados Unidos. Em 1951, o Produto Nacional Bruto foi recuperado ao nível de 1934-36. O crescimento populacional inibiu a recuperação da renda per capita da nação, mas em 1954 esse indicador também recobrou o nível de 1934-36 em termos reais. O pessoal militar desmobilizado e os civis desconvocados juntaram-se ao mercado de trabalho proporcionando uma larga oferta de trabalhadores para a reconstrução econômica no início do período do pós-guerra. Foi feita a partir do Plano Colombo, que era semelhante ao Plano Marshall. Tinha por base a ajuda econômica. Seus investimentos eram feitos pelo EUA, que no inicio da Guerra Fria não queria ver outro país com influências socialista. Nesta época o Japão passou de antigo rival para um novo aliado. Assim o Japão virou a grande potencia que é hoje.sexta-feira, 17 de junho de 2011
Consequencias da Guerra
As estimativas para o total de mortos na guerra variam, pois muitas mortes não foram registradas. A maioria sugere que cerca de 60 milhões de pessoas morreram na guerra, incluindo cerca de 20 milhões de soldados e 40 milhões de civis. Muitos civis morreram por causa de doenças, fome, massacres, bombardeios e genocídio deliberado. A União Soviética perdeu cerca de 27 milhões de pessoas durante a guerra, quase metade de todas as mortes da Segunda Guerra Mundial Um em cada quatro cidadãos soviéticos foram mortos ou feridos nessa guerra.
Rosa de Hiroshima
"Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa, sem nada"
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa, sem nada"
A letra acima é de uma música de Vinicius de Moraes, que retrata as condições e as dificuldades das pessoas perante a violência da 2ª Guerra. Na poesia, Vinicius expõe seus pensamentos sobre atitude das tropas americanas. Para o nosso grupo, a visão do compositor é perfeita, visto que as bombas atingiram toda a população japonesa e, tudo isso, por razões fúteis e desnecessárias.
Guernica
A obra acima é 'Guernica', de Pablo Picasso, datada de 1937, durante a Guerra Civil Espanhola, uma batalha que ocorreu na Espanha entra 1936 e 1939 e causou mortes de crianças, mulheres e idosos. A imagem retrata o sofrimento do povo espanhol perante a guerra.
A pintura a óleo se encontra exposta no Centro Nacional de Arte Rainha Sofia, em Madrid.
Cronologia
1918- Tratado de Versalhes
1930- Alemanha, Japão e Itália adotam uma política imperialista
1931- Japão ocupa a Manchúria
1933- Hitler assume o poder
1935- Itália de Mussolini toma a atual Etiópia
1936- Hitler e Mussolinio se aliam e entram na Guerra Civil Espanhola do lado dos fascistas
1937- Japão ocupa parte da China
1938-Alemanha anexa a Áustria ao seu território
1939-Alemanha ocupa a Polônia
1939- Inglaterra declara guerra à Alemanha, começa a Segunda Guerra
1941- Hitler ordena uma invasão à URSS, traindo Stálin
1941- Japão invade Pearl Harbour, dos EUA, que declaram guerra ao Japão
1941- Japão conquista ilhas dominadas por nações ocidentais, como Hong Kong e Birmânia
1942/3- Batalha de Stalingrado
1943- O exército da URSS avança em direção a Berlim abrindo a primeira frente de guerra
1944- Itália liberta Roma com a ajuda dos Aliados.
1944- Dia D
1944- Libertação de Paris
1944- Hitler e sua esposa, Eva Braun, se suicidam
1945- Mussolini e sua amante, Clara Petaccio, são presos e executados
1945- Hiroshima e Nagasaki são bombardeadas e o Japão se rende
1945- Tribunal de Nuremberg julga dirigentes nazistas
1930- Alemanha, Japão e Itália adotam uma política imperialista
1931- Japão ocupa a Manchúria
1933- Hitler assume o poder
1935- Itália de Mussolini toma a atual Etiópia
1936- Hitler e Mussolinio se aliam e entram na Guerra Civil Espanhola do lado dos fascistas
1937- Japão ocupa parte da China
1938-Alemanha anexa a Áustria ao seu território
1939-Alemanha ocupa a Polônia
1939- Inglaterra declara guerra à Alemanha, começa a Segunda Guerra
1941- Hitler ordena uma invasão à URSS, traindo Stálin
1941- Japão invade Pearl Harbour, dos EUA, que declaram guerra ao Japão
1941- Japão conquista ilhas dominadas por nações ocidentais, como Hong Kong e Birmânia
1942/3- Batalha de Stalingrado
1943- O exército da URSS avança em direção a Berlim abrindo a primeira frente de guerra
1944- Itália liberta Roma com a ajuda dos Aliados.
1944- Dia D
1944- Libertação de Paris
1944- Hitler e sua esposa, Eva Braun, se suicidam
1945- Mussolini e sua amante, Clara Petaccio, são presos e executados
1945- Hiroshima e Nagasaki são bombardeadas e o Japão se rende
1945- Tribunal de Nuremberg julga dirigentes nazistas
segunda-feira, 6 de junho de 2011
O Holocausto
A partir do século XIX a palavra holocausto passou a designar grandes catástrofes e massacres, até que após a Segunda Guerra Mundial o termo Holocausto foi utilizado especificamente para se referir ao extermínio de milhões de pessoas que faziam parte de grupos politicamente indesejados pelo então regime nazista fundado por Adolf Hitler. Havia judeus, militantes comunistas, homossexuais, ciganos, eslavos, deficientes motores, deficientes mentais, prisioneiros de guerra soviéticos, membros da elite intelectual polaca, russa e de outros países do Leste Europeu, além de activistas políticos, Testemunhas de Jeová, alguns sacerdotes católicos, alguns membros mórmons e sindicalistas, pacientes psiquiátricos e criminosos de delito comum.
Mais tarde, no correr do julgamento dos responsáveis por esse extermínio, o termo foi sendo aos poucos adotado somente para se referir ao massacre dos judeus durante o regime nazista.
Todos esses grupos pereceram lado a lado nos campos de concentração e de extermínio, de acordo com textos, fotografias e testemunhos de sobreviventes, além de uma extensa documentação deixada pelos próprios nazistas com o saldo de registros estatísticos de vários países sob ocupação. Hoje, já se sabe aproximadamente o número de mortes. Morreram 17 milhões de soviéticos (sendo 9,5 milhões de civis); 6 milhões de judeus; 5,5 milhões de alemães (3 milhões de civis); 4 milhões de poloneses (3 milhões de civis); 2 milhões de chineses; 1,6 milhão de iugoslavos; 1,5 milhão de japoneses; 535 000 franceses (330 000 civis); 450 000 italianos (150 000 civis); 396 000 ingleses e 292 000 soldados norte-americanos.
Atualmente, o termo Holocausto é novamente utilizado para descrever as grandes tragédias, sejam elas ocorridas antes ou depois da Segunda Guerra Mundial. Muitas vezes a palavra holocausto tem sido usada para designar qualquer extermínio de vidas humanas executado de forma deliberada e maciça, como aquela que resultaria de uma guerra nuclear, falando-se por vezes de holocausto nuclear.
Shoá significa calamidade, é o termo desse idioma para o Holocausto. É usado por muitos judeus e por um número crescente de cristãos, devido ao desconforto com o significado literal da palavra holocausto, de origem grega e conotação relacionada com a prática de expiação de pecados por incineração; os defensores dessa substituição argumentam que é teologicamente ofensivo sugerir que o massacre de judeus da Europa foi um sacrifício a Deus. É no entanto reconhecido que o uso corrente do termo holocausto para referir-se ao extermínio nazista não tem essa intenção.
Similarmente, muitas pessoas ciganas usam a palavra porajmos ("poráimos"), significando devorar, para descrever a tentativa nazi do extermínio do grupo.
O Brasil Na Segunda Guerra
Embora estivesse sendo comandado por um regime ditatorial simpático ao modelo fascista (o Estado Novo getulista), o Brasil acabou participando da Guerra junto aos Aliados. Em de fevereiro de 1942 submarinos alemães e italianos iniciaram o torpedeamento de embarcações brasileiras no oceano Atlântico em represália à adesão do Brasil aos compromissos da Carta do Atlântico (que previa o alinhamento automático com qualquer nação do continente americano que fosse atacada por uma potência extracontinental), o que tornava sua neutralidade apenas teórica.
Devido à pressão popular, após meses de torpedeamento de navios mercantes brasileiros, finalmente o Brasil declarou guerra à Alemanha nazista e à Itália fascista, em agosto de 1942. Sendo na época, um país com uma população majoritariamente analfabeta, vivendo no campo, com uma economia com foco principal voltado para exportação de commodities, uma política internacional tradicionalmente isolacionista com eventuais alinhamentos automáticos contra "perturbadores da ordem e do comércio internacionais", sem uma infra-estrutura industrial-médico-educacional que pudesse servir de sustentação material e humana a o esforço de guerra que aquele conflito exigia o Brasil não apenas se viu impedido de seguir uma linha de ação autônoma no conflito como encontrou dificuldades em assumir mesmo um modesto papel. A Força Expedicionária Brasileira por ex. teve sua formação inicialmente protelada por um ano após a declaração de guerra. Por fim, seu envio para a frente de batalha foi iniciado somente em julho de 1944, quase 2 anos após a declaração. Tendo sido enviados cerca de 25 000 homens, de um total inicial previsto de 100 000. Mesmo com problemas na preparação e no envio, já na Itália, treinada e equipada pelos americanos, a FEB cumpriu as principais missões que lhe foram atribuídas pelo comando aliado.
Ceará na 2ª Guerra
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